sexta-feira, 18 de março de 2011

Retrato Robot. Deitar fora depois de identificar


É fabuloso ver  como o Homem foi capaz de tornar determinados signos perceptíveis, a qualquer nativo, independentemente da latitude, longitude, pontos cardeais, Q.I, linguagem ou falta dela, fuso horário, 21.00H no Continente, 20.99H, nos Açores, etc, desde que tenha pelo menos um olho, e que este seja pestanudo, ao invés de peludo, que isso é outra conversa., e diz o calão que esse é cego.
Tenho andado a ver uns filmes, que fizeram história na História do cinema.
 O último tango em Paris, em que Maria Schneider, falecida há pouco tempo, e a quem presto o meu tributo, andou sempre despida, e se tornou tristemente célebre com a cena da manteiga, que animou e contínua a animar muitos lares. Ver o carinho e o papel de destaque que alguns lhe conferem… 
                                                 

La grand boufle, em que sexo e gastronomia andam de mãos, dadas.

Novamente o olho, porque muita da confeitaria, estava literalmente debaixo de olho, e para bom entendedor meia palavra basta, por onde andaria a língua ciosa.  
                                            

Aliando estas sugestões e temendo que no melhor lençol caísse a nódoa, tão suculento repasto a ser degustado, numa ampla mesa de madeira extensível,  uma paisagem verdejante por fundo, não faltaria o famoso número de dois dígitos, de numeração árabe, não confundir com dupla sigla cristã, 


Tudo isto regado com um fabuloso líquido loiro, outro filme Os homens preferem as loiras, barato, hilariante e ao alcance de um clik.


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