Memória das minhas putas tristes, está longe de ser um dos melhores livros de Gabriel Garcia Marquez, mas é inspirador, para outras memórias de putas tão tristes que nem deixam memória.
As putas de que vos quero falar são putas maioritariamente gordas, repelentes, desinteressantes e verdadeiramente putas porque se escudam em mulheres sérias, para exercerem o putedo sem que se lhes aponte um dedo.
São putas por casamento, porque se tivessem que dar o corpinho ao manifesto estariam tramadas, porque fodidas elas não são.
Imagino-as putas inegavelmente mamalhudas, com cada uma delas a pender para os lados dos sacos de batatas que as aguentam e que se chama corpo. As pernas flácidas e celuliticas, os cus indescritíveis, e certamente nunca seriam a fonte inspiradora do artista, como o foi Clara Pinto Correia, na hora g.
Corpo que raramente darão ao manifesto, e quando o dão, é para a procriação, salvo as que por natureza não procriam, que é uma forma de se manterem e manterem os infelizes que com elas contrataram
Entretanto vã-nos entupindo de pão e bolos e outras coisas que lhes preencham a lacuna sexual. Porque mulher séria não fode., mas fode o próximo que é para elas a forma mesquinha de se virem.
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