segunda-feira, 21 de março de 2011

last and least

Minha querida princesa,

P.S- 1 - Sórdida, metempsicótica e já agora caduca, porque só assim se percebe o apreço pelo epíteto “princesa”.

Calculo que hoje e nos próximos dias estejas muito ocupada com cavalgadas, cantares e automóveis, mas vim aqui retribuir a tua simpatia.

A arte de cavalgar como já te disse algures,  é a actividade professional secundária do dejecto que engataste, e de que tanto estavas necessitada, mas como ambos sabemos não é tudo, e já terás ouvido as mesmas conversas repetidas vezes e como temes o silencio, entras em solilóquio ou procuras-me como tens feito até aqui.

Como já te disse, a alma gémea é só para alguns,  e tu na tua longa e falhada experiência de vida já o deverias saber.

A dança dos corpos, querendo está ao virar da esquina. A alma que almejas não está no dejecto, as almas em transmigração procuram seres vivos.


P.S. 2 – Não te dês ao trabalho de escrever mais um insípido lençol, do qual lendo o princípio e o fim, adivinha-se o meio. Fiz cont+alt+delete, e foste para o espaço, mais os teus best-sellers.

Nem mais 1’ para esse peditório.
Passa bem.

domingo, 20 de março de 2011

Casca grossa


É o que tenho vindo a praticar deliberadamente neste meu blog.
Lixo em estudo puro.
Porque sim!
Mas como tudo na vida tem um tempo, o tempo deste esgotou-se. Lixo ao lixo, não me apetece mais.
O alvo foi atingido.
Não me interessa gente, gentinha, a quem puxa o pé para a chinela. Gente sensaborona, mascarada de letrada. Gente boçal, alarve, canalha, com óculos caros
Esta gente bem dá voltas ao mundo, mas não adianta.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Olho nele…


Habitualmente um homem quando inicia uma relação, usa de toda a sua magnitude, fazendo do passado das mulheres tábua rasa. Só lhes interessa dali para a frente. As mulheres no seu eterno complexo de inferioridade, ficam-lhes gratas, tornam-se impolutas e virginais. É evidente que isto dura enquanto dura o interesse sexual, porque findo este, se ela era uma puta, é uma puta, se se enfrascava, era uma bêbeda e por aí fora.
As mulheres nunca lhes perguntam o que foram ou são. São-lhes mesmo é gratas. Mesmo quando um moreno os ronda, com um interesse suspeito, tendem a desvalorizar…

Retrato Robot. Deitar fora depois de identificar


É fabuloso ver  como o Homem foi capaz de tornar determinados signos perceptíveis, a qualquer nativo, independentemente da latitude, longitude, pontos cardeais, Q.I, linguagem ou falta dela, fuso horário, 21.00H no Continente, 20.99H, nos Açores, etc, desde que tenha pelo menos um olho, e que este seja pestanudo, ao invés de peludo, que isso é outra conversa., e diz o calão que esse é cego.
Tenho andado a ver uns filmes, que fizeram história na História do cinema.
 O último tango em Paris, em que Maria Schneider, falecida há pouco tempo, e a quem presto o meu tributo, andou sempre despida, e se tornou tristemente célebre com a cena da manteiga, que animou e contínua a animar muitos lares. Ver o carinho e o papel de destaque que alguns lhe conferem… 
                                                 

La grand boufle, em que sexo e gastronomia andam de mãos, dadas.

Novamente o olho, porque muita da confeitaria, estava literalmente debaixo de olho, e para bom entendedor meia palavra basta, por onde andaria a língua ciosa.  
                                            

Aliando estas sugestões e temendo que no melhor lençol caísse a nódoa, tão suculento repasto a ser degustado, numa ampla mesa de madeira extensível,  uma paisagem verdejante por fundo, não faltaria o famoso número de dois dígitos, de numeração árabe, não confundir com dupla sigla cristã, 


Tudo isto regado com um fabuloso líquido loiro, outro filme Os homens preferem as loiras, barato, hilariante e ao alcance de um clik.


segunda-feira, 14 de março de 2011

P’ra cá vens de carrinho de mão…


Dá gosto ver determinadas mulheres imporem-se nos mais diversos campos por via da inteligência e do trabalho. Mas são raras. No campo da política, há inclusivamente a questão das cotas, e ou estarei enganado, ou o cumprimento destas estará aquém do estabelecido, e algumas passam do cabaret para o convento, outras da política para a moda, outras passam por baixo, ou por cima tanto faz, afinal o Kama Sutra tem mais receitas que o bacalhau, e a diferença não é notória.
Entretanto as gajas, vão aprender a dança do ventre, subir e descer pelo varão, comprimindo-o com espasmos para cima e para baixo, como se de um caralho se tratasse, ao serviço do macho.
Há depois aquelas obtusas, que escrevem, desenham, e pintam a manta e enchem o mundo de inutilidades, que quando lhes perguntam a utilidade, num rasgo de sinceridade respondem, que não é nenhuma. Apenas a satisfação de um capricho, pago por alguém, por via uterina. E assim vai o QI, das sumidades, somando e cagando.

"Ora dá cá uma
e a seguir dá outra
ora dá cá uma
que só dduas  é pouco
ai eu gosto tanto
é tão gostoso
...
e é pimba!

domingo, 13 de março de 2011

fodidas e mal pagas

Um amigo meu tem uma amiga que foi mãe muito jovem. A filha já lhe seguiu as passadas, mas com a diferença, de que ambas agora são herdeiras ricas.
A mãe anda na ordem dos cinquenta. O estigma de mãe solteira que agora é moda, fez com que nunca tenha tido companheiro fixo. De há uns anos para cá, arranjou um gajo que a fode e segundo o meu amigo, bem. O problema é que não o pode apresentar a ninguém, apesar de viverem sob o mesmo teto. O gajo é ignorante ou estúpido, tanto faz e envergonha-a. Tem que falar com outros.
A propósito desta história, melhor dizendo realidade, que não deixa de ser patética, ou pateta, lembrei-me de Dona Flor e seus dois maridos. Maitê, ainda era gira, depois perdeu a graça, deu em cuspir, e caiu no ridículo, com aquela vozinha fora do contesto.
Sãs raras as mulheres, que com aquela vozinha, têm a sorte de terem, dois ou mais gajos  em um, sobretudo, quando passaram a idade da graça, e algumas jamais a tiveram. Ao agarrarem com unhas e dentes a primeira merda que se lhes atravessa no caminho, acontecerem-lhes isto: fodidas, mas envergonhadas, escondem o animal de cobrição da família e dos amigos, e quando a inevitabilidade do encontro se dá, lá terão de gracejar, para disfarçar a estupidez do animal, como Carolina Salgado fazia, neste caso com cigarros, que também aqui não será um facto a descartar.

sábado, 5 de março de 2011

no name poem

Puxei o autoclismo
O cagalhão estremeceu
Deu duas voltas a pista
Cumprimentou e desceu

E foi um alívio!

E como, diz a Lei de Lavoisier “ Nada se perde, tudo se transforma”, lá estará algures um esgoto mui grato e grátis   à espera.